sábado, 8 de janeiro de 2011

Conviver com o senso comum, no plano raso da mera existência material é penoso e melancólico. Ausência de mediações mínimas nos mantém presos na ignorância do escravo que apenas vislumbra as sombras em uma caverna. O discurso do senso comum e a manifestação da ignorância é a panacéia dos pretensos sabedores de verdades estabelecidas pelo "bom senso". Verdades que não resistem à crítica da razão. Pessoas que se acham portadoras de uma autoridade moral que não é sustentável no decorrer da história humana. Vê-se por certo que falam movidas por interesses mesquinhos e egoístas que proliferam numa sociedade cada vez mais individualista, mais egoísta e mais perturbada pela falta de uma perspectiva de projeto coletivo.

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