terça-feira, 6 de setembro de 2011

O Sopro do Sol

Da noite ao dia, a vida produz
Por tempos adiante qual vagas visões
De ventos passados, porvir furacões
A vela humana qual vento conduz?
O sopro da brisa na espuma do mar

O sol fogo eterno que em tudo reluz
À vida não cansa de ressuscitar
Se a luz veste Gaia, vibrando, ferindo
Aqui neste mundo chorando e sorrindo
Humana semente espera brotar.

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